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12 de abr. de 2010

César Olha no Espelho e vê Geddel. Parte II

César fechou com Geddel.
Não é possível que Wagner não soubesse que César e Geddel andavam conversando. O Senador, feito por ACM, publicizou isso em recente artigo publicado pelo Atarde e repercutido por todo PIG baiano. Nesse artigo César explicitou sua tática: sou de todos e não sou de ninguém. Se o Governador, estivesse um pouco atento, perceberia que César só olha para o próprio umbigo e não para o de Wagner. Nas articulações para prefeitura de Salvador, quando o PT foi pedir apoio a César, ele já tinha fechado apoio à candidatura de Grampinho. A articulação política do governador poderia ter evitado esse baile (Apoio de César a Geddel) se tivesse pressionado César para uma decisão a duas semanas atrás, quando se deu por certo, que o PR participaria da chapa Majoritária. Ao não pressionar César, para publicizar o seu apoio ao PT, o Governador permitiu que ele se articulasse com o PMDB e com o DEMO.
Este Blog não queria que César participasse da chapa Majoritária, mas também não desejava que o Governador Wagner fosse desprestigiado como foi , por partidos da base do governo Lula. Wagner precisa ouvir mais a militância do PT, e menos a articulação política do seu Governo.

4 de abr. de 2010

Segundo Raul Monteiro a CNB está "chupando dedo" no Governo do Estado..

Mesmo dirigindo o PT estadual e o PT nacional, a corrente Construindo um Novo Brasil, não conseguiu espaços significativos na gestão do Governador Jaques Wagner. Raul Monteiro fez uma análise interessante sobre o recente processo de reforma do secretariado estadual. Para Raul, a CNB ficou “chupando dedo”, enquanto outras correntes menos expressivas na disputa interna do PT conseguiram manter seus espaços na administração. Confira aqui o post do Política livre .

2 de abr. de 2010

César Borges: o velho e o novo!!

César Borges: o velho e o novo!!

César Borges em seu recente artigo publicado pelo ATARDE esnobou o Governador Jaques Wagner e ainda ressaltou que o seu passado carlista não deve ser esquecido. O texto é um exemplo primoroso de esquizofrenia política. Simultaneamente César revelou que mantém conversas com Wagner, com seus antigos aliados (DEMOS) e com o Geddel. Nesse artigo Borges se refere a este momento da política baiana como algo novo: “um novo modo de fazer política toma forma na Bahia, mesmo sob combate dos radicais". Para o dendê socialista Borges quer reconstruir sua história a partir da sua aliança com o atual governador. Os radicais a que ele se referiu, são os mesmos que apanharam da policia, cujo ex-governador mandou reprimir, com bombas de gás e cavalaria, uma manifestação política formada em sua maioria por estudantes e lideranças da esquerda baiana. Ou seja, o atual momento político caracterizado pelo dialogo mencionado por Borges surgiu quando o grupo no qual ele foi formado politicamente perdeu as eleições. Se isso não tivesse acontecido ele continuaria mandando a polícia invadir áreas federais e espancar manifestantes. Esse é o novo e o velho Borges.

26 de mar. de 2010

César olha o espelho e vê Geddel!!!!

Politica livre.

Na chapa de Wagner, Borges sonha com ministério dos Transportes, diz Folha
Nas negociações com o governador Jaques Wagner (PT) para compor a sua chapa como candidato ao Senado, o senador César Borges (PR) teria pedido um terreno na lua: uma vaga de ministro dos Transportes em um eventual governo Dilma Rousseff (PT). A vaga hoje é ocupada por um correligionário de Borges, o senador licenciado Alfredo Nascimento (PR-AM). As informações são da Folha. (Thiago Ferreira)

O Dendê Socialista avisou!!!!

23 de mar. de 2010

Meira, do Vox Populi: 56% dos eleitores brasileiros se dizem “de esquerda”

Meira, do Vox Populi: 56% dos eleitores brasileiros se dizem “de esquerda”
‘Não é impossível imaginar que a Dilma ganhe no 1º turno’, diz diretor do Vox Populi
Diretores dos quatro principais institutos de pesquisa do País veem cenário favorável à Dilma
22 de março de 2010 22h 56
Jair Stangler, do estadão.com.br
SÃO PAULO – O crescimento nas pesquisas eleitorais da pré-candidata do PT à Presidência, ministra Dilma Rousseff, ante a estagnação de seu provável adversário, o governador de São Paulo José Serra (PSDB) tem impressionado os diretores dos quatro principais institutos de pesquisa do País. Márcia Cavallari, do Ibope, João Francisco Meira, do Vox Populi, Mauro Paulino, do Datafolha e Ricardo Guedes, do Sensus, estiveram reunidos em São Paulo na tarde desta segunda-feira, 22, para debater o cenário eleitoral, em evento da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas. O professor Marcus Figueiredo, do Iuperj também esteve no debate, mediado mediado pela jornalista Cristiana Lôbo.
Meira deu o palpite mais ousado da tarde: “não é impossível imaginar que a Dilma ganhe a eleição já no primeiro turno”, afirmou. Segundo ele, quando há candidatos carismáticos, a disputa se concentra mais entre as personalidades desses candidatos. Mas, para ele, nem Dilma nem Serra são carismáticos. ‘Carisma não é o nome dessa eleição’, afirmou.
Ele listou alguns fatores que, na sua avaliação, devem decidir a disputa eleitoral. O primeiro seria a economia: se estiver ruim, a tendência é de mudança – mas a economia é o principal trunfo do governo Lula. Em segundo, o aspecto ideológico – nesse caso, diz ele, 56% das pessoas se definem como sendo de esquerda e 30% como eleitores do PT.
Além disso, ele lembra o tempo de TV como decisivo – e a construção das alianças deve garantir um tempo maior à candidata governista. Por último ele cita algum acidente, debate ou fato inesperado que possa alterar a opinião dos eleitores.
Sua avaliação é parecida com a de Ricardo Guedes, do Sensus. Segundo ele, “Dilma tem produto para mostrar, a economia. O Serra não tem. Hoje a tendência é muito mais pró-Dilma”.
Cautela
Já Márcia Cavallari, do Ibope, e Mauro Paulino, do Datafolha, adotaram um pouco mais de cautela em suas exposições, embora tenham admitido cenário favorável à Dilma. Os dois usaram a mesma expressão para definir o caso: “pesquisa é diagnóstico, não prognóstico”.
“O comportamento do eleitor não é matemático. A campanha ainda tem muita coisa para acontecer. O que a gente sabe é que o eleitor se sente muito confortável de ter votado no Lula e agora fazer essa avaliação de que acertou. Ele pensa: ‘Acertei, e o País está tendo avanços’. O eleitor considera que os avanços foram muito mais profundos no governo Lula. A comparação com o governo FHC é prejudicial para o Serra”, afirmou a diretora do Ibope.
De acordo com Márcia, um terço está com Serra, um terço está com Dilma e um terço que vai decidir a eleição. Reservadamente, porém, ela destacou que não só a Dilma está crescendo, como há tendência de queda de Serra, ainda que dentro da margem de erro.
Já Paulino lembrou que na pesquisa Datafolha de dezembro de 2009, 15% dos eleitores não sabiam que a Dilma era a candidata do Lula, mas queriam votar na candidata do Lula. “E o que nós observamos em fevereiro, é que ainda há margem de crescimento para Dilma”, afirmou.
Segundo ele, a dúvida é saber se Dilma vai transmitir ao eleitorado que tem a mesma capacidade de administração que o Lula tem.”O eleitor vai poder comparar Serra com Dilma, Dilma com Lula”.
Paulino ainda defendeu que os institutos divulguem sempre sua base de dados, sua metodologia. “A pesquisa não faz prognóstico, mostra o que acontece naquele dia. Na pesquisa de véspera, [Paulo] Maluf ainda estava na frente da [Luíza] Erundina [na eleição para a prefeitura de São Paulo, em 1988, vencida por Erundina]. Deixar de iludir quem consome pesquisa: a gente faz diagnóstico”, afirmou.
Já o professor Marcus Figueiredo, do Instituto Universitário do Rio de Janeiro (Iuperj), também presente ao debate, previu um repeteco de 2002, caso o deputado federal Ciro Gomes (PSB) continue na disputa, com o cearense brigando com Serra. Para Figueiredo, “Serra e Dilma são igualmente antipáticos e igualmente feios. Ideologicamente estão muito próximos. O projeto deverá ser exatamente o mesmo”.
Erros em pesquisa
Meira foi questionado também pelo fato de o Vox Populi ter apontado, em 2006, vitória de Paulo Souto (então PFL) no primeiro turno, contra o petista Jaques Wagner, que acabou vencendo as eleições em segundo turno. “Às vezes você erra. Só que você nunca ouve um médico dizendo qual a margem de erro de uma operação de apendicite. O pessoal respondia que queria Paulo Souto, mas já estava pensando em mudar de ideia. Mas eu não estava perguntando para ele se ele queria mudar de ideia”, justificou.
Fonte: Azenha
OBS: Na nota há um erro, Wagner venceu no primeiro turno.